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Teatros nacionais unidos no apoio à criação independente

Teatros nacionais unidos no apoio à criação independente

D. Maria, em Lisboa, e S. João, no Porto, apresentam seis espetáculos em comum. Tchekhov dá o tiro de partida.

Desde "Os últimos dias da humanidade", do austríaco Karl Krauss, texto sobre o mal absoluto encenado em 2016 por Nuno Carinhas e Nuno M. Cardoso - mais de 700 páginas de tragédia e perto de 500 personagens para uma peça com quase nove horas de duração -, que o teatro em Portugal não assistia a uma maratona tão exigente: Tónan Quito leva hoje ao palco do Teatro Nacional D. Maria II (TNDM), em Lisboa - em estreia absoluta e assinalando a abertura da nova temporada - o espetáculo "A vida vai engolir-vos".

A proposta reúne quatro das principais peças de Anton Tchekhov - a encenação vai cruzando os atos de "A Gaivota", "O Tio Vânia", "As Três Irmãs" e "O Ginjal" - num desafio que implica dez horas consecutivas de concentração (ou a disponibilidade de dois dias para assistir a duas partes com mais de quatro horas cada) repartidas por dois espaços físicos: no caso de Lisboa, pelo TNDM e o Municipal S. Luiz; no caso do Porto, pelo Teatro Nacional S. João (TNSJ) e pelo Rivoli.

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