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Um dia a pandemia será uma história contada nos museus

Um dia a pandemia será uma história contada nos museus

Instituições científicas e académicas estão nesta altura a recolher peças relacionadas com a covid-19 para construírem acervos museológicos.

"Para ter uma boa história para contar do passado, tenho de agarrar o momento. É por isso que não paro", afirma, ao JN, João Neto, diretor do Museu de Farmácia, em Lisboa. O entusiasmo é grande, acaba de receber, através da Embaixada da Rússia, uma vacina Sputnik. É mais um elemento essencial para adicionar ao acervo que está em construção e que deverá documentar e ilustrar a pandemia de covid-19 espoletada em março de 2020.

Neste momento, tem cerca de três dezenas de peças: protótipos de ventiladores, entre os quais o Atena, viseiras, embalagens de álcool gel, os primeiros raios-X e até a aplicação Stay Away Covid. "Sou um Indiana Jones da Farmácia. A minha vida é caçar peças", assegura o responsável, que diz ter a responsabilidade de gerir uma coleção que vai desde "o Neolítico até à NASA".

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