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Um paradoxo ou uma ilusão estatística na Cultura

Um paradoxo ou uma ilusão estatística na Cultura

Os trabalhadores da Cultura não param de aumentar. Foram mais nove mil no ano em que o setor fechou.

Os dados parecem paradoxais. No ano de 2020, a pandemia obrigou, em março, à paragem forçada de muitos setores de atividade. A área da Cultura sofreu um dos impactos mais dramáticos, sendo uma das primeiras a parar, mas o emprego e o número de empresas aumentaram.

Segundo os dados revelados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2020 a população empregada no setor representou 2,9% da globalidade do emprego em Portugal: um total de 141,2 mil pessoas, mais 9 mil do que em 2019; uma subida de 6,8%. Este é o valor mais elevado desde 2012, em que trabalhavam na Cultura 103,9 mil pessoas.

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