As cidades do futuro fazem-se com tecnologia e talento

As cidades do futuro fazem-se com tecnologia e talento
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O mercado das startups tem tido um crescimento assinalável em Portugal, sendo um caminho de sucesso para muitos jovens empreendedores. O BIG Smart Cities tem 20 mil euros para ajudar a transformar a inovação e a tecnologia que nasce nestas empresas em negócios.

Temos assistido no setor empresarial a uma mudança de paradigma e muito por culpa das startups e do "talento" empreendedor de muitos jovens empresários. A competitividade é um ponto essencial para apresentar inúmeros avanços tecnológicos e, nesse campo, o BIG Smart Cities quer ser um dos maiores catalisadores de inovação no país. O concurso, promovido pela Vodafone e pela Ericsson, desafia as startups a apresentar tecnologias que ajudem a tornar as cidades do futuro cada vez mais inteligentes.

Ao longo das suas edições, têm sido vários os exemplos de empresas que chegaram à competição apenas com uma ideia e que hoje já têm provas dadas, tanto a nível nacional como internacional. São os casos da GuestU ("concierge" virtual disponível num smartphone já presente em mais de 30 países), da Inviita (app que cria roteiros em todo o mundo de acordo com o estado de espírito do utilizador, já destacada duas vezes pela Apple) ou da Lisboa Horizontal (app pensada para ciclistas que calcula rotas o mais planas possível evitando as inclinações da cidade, vencedora do prémio Space Business Idea Challenge atribuído pela Agência Espacial Europeia).

Competições de startups dão notoriedade e potenciam a evolução deste setor.

Já na sua quinta edição, as candidaturas para o BIG Smart Cities deste ano decorrem até ao dia 30 de maio e há 20 mil euros para premiar as melhores ideias de base tecnológica que melhorem o dia a dia de quem vive, visita e trabalha nos grandes centros urbanos, dando resposta aos inúmeros desafios que as cidades atualmente enfrentam, sejam eles de ordem demográfica, territorial ou climatérica, bem como de partilha e gestão de recursos naturais (hídricos, energéticos, aquecimento global) e humanos (envelhecimento da população, exclusão social).

Este ano a competição quer encontrar startups cuja tecnologia seja desenvolvida em cinco áreas: Mobilidade, Participação e Inclusão, Turismo, Qualidade de Vida e Ambiente. As candidaturas podem ser feitas via online (no site) ou ao vivo, nos cinco BIG City Challenges, que se realizam em Coimbra (27 abril), Braga (4 de maio), Porto (11 de maio), Évora (16 de maio) e Lisboa (17 de maio). Em cada um destes city challenges são eleitos dois vencedores por cidade, que recebem 500 euros cada e se apuram diretamente para a final.

Selecionados os 20 finalistas (10 via online e 10 nos eventos ao vivo), segue-se um período de pré-aceleração até à grande final. O grande vencedor do BIG Smart Cities recebe 10 mil euros, seis meses de incubação no Vodafone Power Lab e uma viagem para conhecer um polo de inovação da Ericsson na Europa. Os segundo e terceiro lugares recebem 2500 euros cada.

As melhores ideias vão, ainda, ter a oportunidade de testar as suas soluções de smart cities em ambiente real, mais concretamente no município de Cascais, a primeira cidade experimental para startups.


Este ano a BIG Smart Cities ganha uma nova dimensão e dá aos participantes mais e melhores oportunidades - depois de trabalhados os modelos de negócio, as melhores ideias terão uma rede de cidades experimentais onde poderão testar e implementar o seu piloto.

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