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Hoje, 20 de Fevereiro

Opinião

António José Gouveia

Mostra-me o dinheiro

Bem pode o Governo, municípios e Parlamento decidirem o que, quando e como se vão fazer as transferências de competências para as autarquias. No fim da linha, e para que isto resulte, é necessária a anuência e o empenho das estruturas intermédias da administração central (como por exemplo as comissões de coordenação e desenvolvimento regional ou a direções regionais dos ministérios), as principais "prejudicadas" neste movimento revolucionário encetado pelo ministro Eduardo Cabrita.

Mariana Mortágua

Rui quê?

Rio, Rui Rio. Alta figura do PSD e presidente da Câmara do Porto por 12 anos. As primárias do PSD, como o Congresso, foram pouco clarificadoras, mas o debate não pode acontecer como se Rio fosse um desconhecido da política nacional. Comecemos pelo mantra das contas certas. Rio orgulha-se do rigor na gestão orçamental da Câmara do Porto, sem referir que foi conseguido à custa de redução do investimento (de 100 para 21 milhões) e da venda de imóveis sem escrutínio (nunca chegou a haver um inventário). A frugalidade e o rigor com que se apresenta contrastam com a sua condução de dossiers polémicos: o dinheiro gasto nas corridas de automóveis, incluindo as obras da Av. da Boavista, pagas em adiantado pela Metro do Porto sem autorização do Governo; a participação da Câmara no fundo imobiliário para reconstrução do bairro do Aleixo, que nunca construiu uma casa, mas onde se juntaram o Grupo Espírito Santo e Vítor Raposo (ex-deputado do PSD com ligações ao BPN condenado num processo centrado em Duarte Lima); os contratos swap ruinosos assinados pela Metro do Porto com o seu conhecimento quando era administrador não-executivo; ou as PPP do Bolhão e do Palácio de Cristal, que nada deram a não ser em prejuízo.

Sebastião Feyo

Janelas de oportunidade da vida democrática

1. A entrada em funções de uma nova liderança no maior partido da Oposição tem gerado expectativa e debate sobre potenciais condições novas de diálogo político passíveis de conduzirem o país para o caminho das necessárias reformas para o seu desenvolvimento. São situações cíclicas de janelas de oportunidade que se abrem e fecham na nossa vida democrática. Os factos que sustentam essa expectativa são tão simplesmente estes: no país desenvolvido que somos no Mundo, com um potencial humano jovem com níveis de formação como nunca tivemos na nossa história secular, o nosso desenvolvimento social e económico está muito aquém daquele que esse património humano nos permite alcançar, dos níveis de bem-estar da União Europeia em que vivemos e que é o nosso habitat natural.

A sua Opinião

Que balanço faz do congresso do PSD

Evasões

Compras

Artesanali"s: o alvarinho é rei na loja da Póvoa do Varzim

Tudo começou com a Bebe e Pedala, uma ideia simples: beber, passear e pedalar. Carlos Araújo comprou os dois bares ambulantes que, sobretudo no verão, percorrem a marginal da Póvoa de Varzim. Associou-lhes a paixão pelo vinho alvarinho, conheceu um pequeno produtor de Melgaço e criou a Mesmo Boa, uma cerveja artesanal à base da casta branca. À boleia, veio um vinho, uma trufa e um gelado. Quatro anos volvidos, o negócio precisava de uma casa. Nasce a Artesanali"s, numa rua sossegada, a dois passos da artéria comercial mais movimentada da Póvoa de Varzim. Ali, o famoso vinho branco minhoto […]

Compras

Porto 34: a nova casa do Mercado da Alegria

Maria Sá Carneiro começou a organizar o Mercado da Alegria já lá vão três anos, «quando ainda era na Praça de Liége», lembra. Em outubro, abriu a Porto 34, uma loja colaborativa onde os artesãos que participam no mercado podem expor o seu trabalho de forma permanente, sem estarem dependentes do tempo. A maioria é do Porto e quem não é vem de cidades próximas: Aveiro, São João da Madeira ou Barcelos. Trabalham o metal, a cortiça, a pedra, a cerâmica e outros materiais que dão forma a peças de artesanato, acessórios e roupa. Também há lugar, entre as banquinhas […]

Comer

Novo restaurante tem pizas e carnes no grelhador com vista para as salinas

A ementa tem um título sugestivo e ambicioso: «O verdadeiro almanaque da degustação.» Dentro dessa carta, há pizas tradicionais e especiais como a Flor de Nata, que tem bacon e orégãos, ou a Portuguesa, que leva chouriço e azeite virgem. As pizas são cozinhadas em forno a lenha, à vista dos clientes, e há carne que passa pelo grelhador a carvão. Comida de conforto, ambiente descontraído, mesas comunitárias, detalhes cosmopolitas, uma vista panorâmica para as salinas da ria. Estes são alguns dos ingredientes do Forneria 1870. «Apostamos na simplicidade. Aproveitamos as coisas boas que temos, basta não estragá-las», diz Américo […]

Comer

Neste italiano inspirado na máfia não há carbonara e pizas

Tudo começou pelo queijo. Neste caso, o grana padano, típico da planície Padana, no Norte de Itália. João Albino, Vasco Ramos e António Resende já eram «amantes da comida italiana», de maneira que quando provaram uma massa feita com aquele queijo, a ideia de abrir um restaurante italiano não mais lhes saiu da cabeça. No início de janeiro, abriram o La Famiglia – Ristorante, com o imaginário da máfia italiana como inspiração para a decoração (e para o nome). Munidos da experiência acumulada em bares e restauração (nomeadamente, o Sushima, que têm há três anos na porta em frente), capricharam […]

Beber

Espetáculo burlesco e gratuito de volta à Pensão Amor

O bar de cocktails que revolucionou o Cais do Sodré apresenta na noite desta próxima quarta-feira, dia 21, mais um espetáculo de burlesco, pela companhia Voix de Ville, que volta e meia atua neste espaço irreverente da zona ribeirinha de Lisboa e que promete animar a noite a cantar e dançar. Ao palco do bar de cabaré sobem Miss Hurricane Le Noir e a Mizz Kat Tigerfell, numa performance marcada pelo brilho e pela opulência, de influências de várias épocas e expressões artísticas, bem ao estilo Vaudeville. A entrada é gratuita e o espetáculo decorre a partir das 22h30.   […]