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Um clássico para confortar a alma e o negócio

Um clássico para confortar a alma e o negócio

Casas do Benfica de Paredes e do F. C. Porto da Feira esperam fim de tarde em cheio, sem fugir aos cuidados inerentes à pandemia.

Em dia de clássico, os adeptos de Benfica e F. C. Porto juntam-se para partilhar as emoções que cada duelo acarreta, sempre com a perspetiva de celebrarem no final. As casas dos dois clubes, espalhadas pelo país, continuam a ser um ponto de encontro para momentos como esses, mesmo que a pandemia obrigue a cuidados redobrados.

Em Santa Maria da Feira, na delegação número 94 do F. C. Porto, já há oito mesas marcadas para a hora do jogo. "Vêm ver a bola e ficam para jantar", conta o vice-presidente, Carlos Coelho, um sportinguista assumido que até tem lugar anual no Estádio do Dragão. "Aqui, a malta é cinco estrelas. Todos os dias tenho clientes dos três grandes. Eles brincam comigo, dizem que já não sou campeão há 19 anos e que já mereço", conta. A ementa para o jantar vai variar entre o bacalhau e o bife e, em caso de vitória do F. C. Porto, lá virá um "champanhe geladinho", uma tradição por aqueles lados.

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