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A super equipa do PSG com Messi

A super equipa do PSG com Messi

Lionel Messi está, ao que tudo indica, a caminho do Paris Saint-Germain. O clube francês fez várias contratações de luxo neste mercado de transferências, mas o plantel poderá ficar ainda mais forte com o argentino.

A equipa do PSG tem vindo a dominar o futebol francês nos últimos anos, graças a um avultado investimento dos donos, multimilionários do Catar. Na última década os franceses conquistaram sete campeonatos, seis Taças de França, oito Supertaças, seis Taças da Liga e alcançaram a final da Liga dos Campeões em 2019/2020 e as meias-finais em 2020/2021. Para atacar a presente temporada o clube contratou alguns jogadores chave para tentar alcançar o grande objetivo: vencer a Liga dos Campeões.

Gianluigi Donnarumma

O guarda-redes italiano terminou contrato com o AC Milan no final da temporada anterior. Depois de se ter estreado pelos milaneses com apenas 16 anos e ter feito várias épocas de alto nível, mostrou novamente que é um dos melhores do mundo no Euro 2020, somando grandes exibições. O PSG contratou o jovem de 22 anos a custo zero e juntou mais uma opção de qualidade para a baliza, setor que já tem Keylor Navas.

Sérgio Ramos

Depois da dificuldade em renovar contrato com o Real Madrid, o defesa espanhol decidiu juntar-se ao clube francês, que o contratou também a custo zero. Apesar de já ter 35 anos, Ramos continua como um dos melhores centrais da atualidade e vem acrescentar experiência e qualidade a uma equipa que dava a entender precisar de uma voz de comando no balneário, tendo em conta que tem um plantel relativamente jovem.

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Achraf Hakimi

Foi a contratação mais dispendiosa do PSG neste mercado: 60 milhões de euros que podem passar a 70 milhões mediante o cumprimento de objetivos. O marroquino é um dos melhores laterais direitos da atualidade, que depois de épocas muito consistentes no Borussia Dortmund sagrou-se campeão de Itália pelo Inter Milão na temporada passada. Veio acrescentar muita qualidade a uma posição que estava algo curta, sobretudo depois da saída de Florenzi.

Gini Wijnaldum

Mais uma situação de um jogador em fim de vínculo que o PSG conseguiu ir contratar a custo zero. O médio polivalente era uma figura chave da equipa do Liverpool, que conquistou a Liga dos Campeões em 2019, e provou novamente no Euro 2020 o porquê de ser um médio subvalorizado. Somou boas exibições, numa função mais ofensiva do meio campo em relação àquilo que fazia em Inglaterra, provando a sua polivalência.

A super equipa com Messi

Depois destas contratações, o PSG terá tudo encaminhado para ter Messi como jogador do clube. A concretizar-se, os franceses reforçam mais o estatuto de super equipa. Este poderá ser um dos onze base dos "Les Parisiens". A segurança defensiva está assegurada com Donnarumma, Sérgio Ramos e Marquinhos, com os laterais Hakimi e Bernat a projetarem-se ofensivamente. O meio campo tem muitos recursos, com jogadores fortes em vários momentos do jogo como Verrati, Wijnaldum e Paredes, que deverão ser o trio mais regular. Existe também a opção de Di Maria jogar como médio mais ofensivo.

Mas é a frente de ataque que entusiasma os adeptos e assusta os adversários. Neymar juntou a criatividade ao drible e qualidade técnica que já possuía; Mbappé é um avançado que usa a velocidade para causar estragos; depois há Messi. Messi faz tudo e é dos melhores do mundo em tudo: a fazer fluir o ataque da equipa, a criar oportunidades de golo para os colegas ou a finalizá-las.

Outras opções

A profundidade do plantel do PSG não acaba aqui. Quase que se pode construir outro onze inicial que ameaçaria a conquista do campeonato. A baliza está bem guardada por Keylor Navas, guarda-redes que está no topo do futebol já há vários anos; na defesa existem Diallo, Kehrer, Kurzawa e Dagba; o meio campo tem opções interessantes como Danilo Pereira, Guye, Rafinha e Herrera; e o ataque pode contar com Icardi, Draxler e Sarabia.

Objetivos prioritários

A construção desta super equipa pelo PSG tem um objetivo claro: conquistar a Liga dos Campeões. O campeonato e competições internas não costumam fugir à formação de Paris, que conquistou, por exemplo, a Ligue 1 sete vezes nesta década. O plantel já tinha muita qualidade e alcançado uma final da prova milionária, mas se com as movimentações neste mercado os franceses já estavam mais próximos do grande objetivo, com Messi já o podem ver de perto.

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