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Acesso ao fundo da LigaPro depende do cumprimento salarial

Acesso ao fundo da LigaPro depende do cumprimento salarial

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) divulgou, esta quinta-feira, o regulamento para o recurso ao fundo de tesouraria em resposta à pandemia de covid-19, fazendo depender a elegibilidade, entre outros, do cumprimento salarial.

De acordo com o regulamento do fundo de 1,52 milhões de euros (ME), complementar ao de um milhão criado pela Federação Portuguesa de Futebol, ficam excluídos os promovidos Nacional e Farense, e as equipas B.

Para beneficiarem do fundo criado pela LPFP, os 14 clubes têm de ter saldadas as dívidas para com o organismo responsável pelas competições profissionais e de ter demonstrado o cumprimento salarial com os profissionais, sendo que, para receber a segunda prestação, é exigida a regularização da situação tributária e com a segurança social.

Os montantes recebidos por esta via "apenas podem ser aplicados" em despesas decorrentes da pandemia de covid-19, ao pagamento salarial de jogadores, treinadores ou funcionários, a dívidas às entidades tributárias ou segurança social, a prémios de seguros de acidentes de trabalho ou ao investimento de infraestruturas.

Os clubes podem candidatar-se a estes montantes até 15 de maio, sem qualquer exigência quanto à aceitação da classificação da LigaPro.

Os dois fundos ascendem a 2,52 ME, o que pode representar individualmente para cada clube 108500 euros através do mecanismo criado pela LPFP e 62500 euros pelo da FPF, cujo regulamento não exclui as duas equipas promovidas ao principal escalão, mas apenas as equipas B.

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