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Águia abre as asas na segunda parte e sonho dos quartos está vivo

Águia abre as asas na segunda parte e sonho dos quartos está vivo

Yaremchuk e Haller (autogolo) marcaram para o Benfica. Ajax foi obrigado a recuar e teve de defender bem para não perder.

Sem medo do bicho papão holandês, que marcou nove golos ao Sporting em duas mãos, o melhor Benfica reencontrou-se ontem no Estádio da Luz e empatou (2-2) com o Ajax, na primeira mão dos oitavos de final, resultado que lhe permite sonhar abertamente com o apuramento para os quartos. Após uma primeira parte titubeante, com erros defensivos, a águia abriu as asas no segundo período e fez a melhor exibição desde que Nélson Veríssimo assumiu o comando técnico. Só não venceu porque pagou caro a ineficácia e também por ter sido notório o período de falta de confiança que, neste momento, a equipa atravessa. Ainda assim, nos últimos instantes, Vlachodimos segurou o empate, após um remate venenoso de Antony.

O jogo foi elétrico do primeiro ao último minuto, entre duas equipas que se preocuparam sobretudo em atacar. Veríssimo apresentou o onze esperado e, desde o início, tentou colocar o adversário atrás da bola, algo de que manifestamente não gosta. Apesar da filosofia ser a indicada, a defesa claudiciou e ofereceu dois golos cantados ao Ajax. No primeiro, o erro foi de Grimaldo, deu a bola a Mazraoui, que depois serviu Tadic, e no segundo Vertonghen deixou-se antecipar por Haller. Pelo meio, uma jogada de insistência do central belga permitiu ao Benfica marcar. O cruzamento de Vertonghen encontrou os pés de Haller, que fez um autogolo.

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