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Aí está o clássico que define quem tem o Natal doce ou amargo

Aí está o clássico que define quem tem o Natal doce ou amargo

Duelo surge no meio da incerteza sobre futuro de Jorge Jesus, que não estará no banco, tal como Conceição

Sem os treinadores principais nos bancos, nem certezas quanto à continuidade de Jorge Jesus na Luz, eis um daqueles clássicos que deixam o país futebolístico em suspenso. Num Dragão com lotação esgotada, a fazer lembrar os tempos pré-pandemia, e logo numa altura em que a mesma voltou em força, F. C. Porto e Benfica defrontam-se para o primeiro de dois duelos no espaço de uma semana, com um lugar nos quartos de final da Taça de Portugal em jogo.

Para Vítor Bruno e João de Deus, os adjuntos que voltam a assumir papéis principais, há soluções com fartura em plantéis próximos da máxima força. Do lado portista, Pepe está apontado ao onze, depois de ter passado os últimos dias a recuperar da lesão muscular que o obrigou a ser substituído no jogo com o Braga, há semana e meia. A confirmar-se a titularidade do capitão no eixo da defesa, a maior dúvida na equipa de Sérgio Conceição será a presença de um terceiro médio junto a Uribe e Vitinha (Grujic e Sérgio Oliveira são opções) ou de dois avançados em simultâneo, neste caso Evanilson e Taremi.

No Benfica, André Almeida deverá voltar a fazer parte da defesa a três, ao lado de Otamendi e Vertonghen, e o grande ponto de interrogação reside no ataque, faltando saber se Jesus vai manter Yaremchuk no ataque, no apoio aos indiscutíveis Rafa e Darwin, com Seferovic à espreita.

Certo é que, para uma das equipas, o Natal vai ser amargo, mesmo sabendo que de hoje a uma semana (dia 30) haverá oportunidade de redenção no duelo do campeonato, então para alegrar o "réveillon". Fora da Taça da Liga e eliminado da Champions, o F. C. Porto tem na Taça de Portugal uma prova importante, enquanto o Benfica, ainda em todas as frentes, procura a estabilidade que as notícias da eventual saída de Jorge Jesus para o Flamengo têm tornado impossível.

Os dragões têm um jejum de vitórias em clássicos para quebrar (vão em cinco empates seguidos, dois com o Benfica e três com o Sporting), ao passo que as águias procuram acabar com uma série de seis jogos sem ganhar ao F. C. Porto.

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