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"Apesar de tudo", Djokovic quer defender título no Open da Austrália

"Apesar de tudo", Djokovic quer defender título no Open da Austrália

Tenista reagiu à sua libertação, mantendo a esperança em poder competir no primeiro Grand Slam do ano. Família aplaude decisão, mas não abordou as questões em torno do teste positivo à covid-19 de 16 de dezembro.

Novak Djokovic continua esperançado em poder disputar o Open da Austrália, que arranca a 17 de janeiro. Após conhecer a decisão judicial a ordenar a sua libertação, o tenista sérvio utilizou as redes sociais para garantir que, "apesar de tudo o que aconteceu", pretende "ficar e tentar competir" no primeiro Grand Slam da temporada.

"Continuo concentrado nisso. Voei para aqui para jogar num dos eventos mais importantes que temos, perante uns adeptos fantásticos", acrescentou o atleta, que ainda aguarda pelo veredicto do ministro da Imigração australiano, que tem a última palavra neste processo.

Para já, o clã Djokovic celebra uma decisão que reabre a esperança no número 1 do ranking ATP em defender um título que conquistou nos últimos três anos. Em conferência de imprensa, Srdjan Djokovic, pai do tenista, disse que "a justiça e o Estado de direito ganharam". A mãe de Novak, Dijana, lembrou que o filho "não fez nada de mal, não violou nenhuma das suas leis e foi sujeito a tortura e assédio", prometendo que se irá "ouvir ainda mais sobre o que ele teve de passar".

A conferência de imprensa dos familiares de Novak Djokovic terminou de forma abrupta, após uma questão relativa a um teste positivo à covid-19 do tenista registado a 16 de dezembro, o qual, defendem os advogados, o impediram de ser vacinado a tempo do início do Open da Austrália.

O problema é que o atleta participou, nesse mesmo dia e no seguinte, em iniciativas públicas em Belgrado, uma delas envolvendo dezenas de jovens. Um tema, para já, sem resposta por parte do tenista sérvio.

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