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Assembleia Geral do Benfica abre porta a auditoria ao sistema de votação eletrónica

Assembleia Geral do Benfica abre porta a auditoria ao sistema de votação eletrónica

A Assembleia geral do Benfica reuniu, esta sexta-feira, mais de mil adeptos no Pavilhão da Luz. Houve muita contestação ao líder da reunião magna

O universo encarnado compareceu em força na assembleia geral extraordinária, juntando mais de um milhar de adeptos na Luz. O primeiro ponto da ordem de trabalhos (voto físico para os restantes assuntos em discussão) foi aprovado, por larga maioria, e ao som dos cânticos "o Benfica é nosso".

O segundo ponto mereceu a mesma aprovação, abrindo a porta a uma auditoria ao sistema de votação eletrónica. "Constituição de uma comissão independente de sócios e poderes conferidos para organizar a realização de uma auditoria ao sistema de votação eletrónica utilizado nas eleições de 28 de outubro de 2020, que tiveram como vencedor Luís Filipe Vieira", foi o mote e os sócios validaram a proposta, por larga maioria. O mesmo ponto tem ainda como objetivo "iniciar um processo de esclarecimento do modo como se processou a recolha das urnas que continham os talões de voto emitidos, nomeadamente relações com empresas envolvidas no processo, termos da sua contratação, local de destino e/ou depósito das urnas, integridade das mesmas e intangibilidade dos talões".

João Noronha Lopes, candidato derrotado nas eleições de outubro de 2020 e que já adiantou que não é candidato às eleições de 9 de outubro, e Francisco Benítez, líder do movimento "Servir o Benfica" e candidato assumido, foram dois dos adeptos presentes numa reunião onde houve contestação ao líder da mesa da assembleia geral, António Pires de Andrade, que ouviu os adeptos pedirem a demissão. "Só um ato eleitoral transparente permitirá ter um clube unido", disse Benítez, dirigindo-se aos sócios.

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