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Ataque de pólvora seca numa eliminação amarga para os dragões

Ataque de pólvora seca numa eliminação amarga para os dragões

Quatro golos em seis jogos e só um marcado por um avançado foram números fatais para os portistas na Champions. Taremi atravessa jejum sem precedentes

O adeus azul e branco aos oitavos de final da Champions, consumado com a derrota de terça-feira frente ao Atlético de Madrid (1-3), passou muito pela incapacidade finalizadora da equipa de Sérgio Conceição. Nos seis jogos do Grupo B, os portistas marcaram apenas quatro golos (só na longínqua edição de 1997/98 tinham feito pior numa fase de grupos) e a baixa produtividade ofensiva refletiu-se, sobretudo, no rendimento dos avançados: dos pés ou da cabeça de Taremi, Evanilson e Toni Martínez, só surgiu um golo, apontado pelo internacional iraniano, na derrota em casa com o Liverpool.

Num grupo muito competitivo, o F. C. Porto conseguiu bater-se pelo apuramento quase até ao fim do último jogo, mas a falta de pontaria revelou-se mesmo fatal. Os dragões não conseguiram marcar mais do que um golo em nenhum dos seis jogos e em três ficaram mesmo em branco. Díaz disfarçou a seca, com o golo da vitória caseira sobre o Milan e outro no empate em San Siro, sendo que o penálti convertido por Sérgio Oliveira na receção ao Atlético serviu apenas para maquilhar os números do desaire portista.

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