Arbitragem

Áudios do VAR não são divulgados por recomendação da UEFA e da FIFA

Áudios do VAR não são divulgados por recomendação da UEFA e da FIFA

O presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, José Fontelas Gomes, explica que os áudios do VAR não são divulgados como forma de seguir as diretrizes da UEFA e da FIFA.

"Aquilo que o Conselho de Arbitragem faz é seguir as diretrizes das instâncias internacionais, a FIFA e a UEFA, que também não divulgam nas suas competições e recomendam que não o façamos. Podemos utilizar os áudios e vídeos para questões pedagógicas e foi aquilo que fizemos com os clubes", disse o dirigente, à SportTV, defendendo que caso as entidades que gerem o futebol mundial mudem as instruções, a Liga poderá divulgar os áudios.

Fontelas Gomes acredita que a confiança nos árbitros tem vindo a aumentar e objetivo neste capítulo é "fazer mais e melhor".

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Algumas das orientações dadas aos árbitros, para aumentar o tempo útil de jogo, passam por alargar o tempo extra por substituição de 30 para 45 segundos, punir mais cedo os guarda-redes por perda de tempo no pontapé de baliza, combater as simulações e obrigar substituídos a deixarem o terreno de jogo pela linha mais próxima, além de fomentar a rapidez na execução das bolas paradas.

A tolerância para os protestos, quer nos bancos, quer dentro das quatro linhas, será cada vez mais reduzida.

"Queremos que a imagem do futebol português seja mais positiva, vamos exercer a autoridade do árbitro seja com os bancos, técnicos ou jogadores que faltem ao respeito das equipas de arbitragem. Os clubes estão avisados e formados", concluiu Fontelas Gomes.

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