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Calamidade no futebol não profissional motiva intervenção de fundo

Calamidade no futebol não profissional motiva intervenção de fundo

Sindicato dos Jogadores traça cenário muito preocupante no terceiro escalão, denuncia atropelos contra a integridade dos futebolistas e aponta soluções que garantam sustentabilidade na competição.

Três semanas depois de a Federação Portuguesa de Futebol ter anunciado uma mudança radical no formato do Campeonato de Portugal (CP), já na próxima época, fala o Sindicato dos Jogadores (SJ), também de acordo de que é preciso alterar o paradigma dos últimos anos e defensor de alterações de fundo na competição, para além da forma. Intransigência e punições para os clubes que não cumpram os compromissos financeiros estão no topo das exigências do SJ.

Num documento arrasador, mas, acima de tudo, preocupante a que o JN teve acesso, a entidade liderada por Joaquim Evangelista pinta de negro o cenário do que é ser jogador no CP, aponta incumprimentos diversos e reiterados e por isso pede mudanças profundas para que a prova se vista de uma sustentabilidade que não tem e seja uma fonte de rendimento segura para os futebolistas, vistos como "falsos profissionais", muitas vezes largados em situações precárias. Neste sentido, avança com 14 possíveis soluções, destacando-se várias que permitam um escrutínio maior e muito mais apertado aos clubes e que punam os incumpridores. Diminuir o número de inscrições e aumentar a aposta em jogadores locais também figura nas propostas.

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