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Análise individual: suplentes marcam a rota do capitão

Análise individual: suplentes marcam a rota do capitão

Com o empate a pairar em Budapeste, na estreia de Portugal no Euro 2020, Fernando Santos foi feliz nas substituições que fez no final da partida. E quem tem Cristiano Ronaldo tem mesmo quase tudo.

Rui Patrício

Teve pouco trabalho, mas mostrou segurança quando foi chamado. Ainda viu a bola entrar na baliza portuguesa, num lance em que não ficaria bem na foto, mas a jogada foi anulada por fora de jogo.

Nélson Semedo

Não teve muita liberdade para atacar na primeira parte, mas soltou-se um pouco mais na segunda. A mira do lateral direito nos cruzamentos não estava bem afinada.

Rúben Dias

Travou um duelo bem durinho com Szalai e mostrou o porquê de ter sido considerado o jogador do ano na Premier League. Praticamente imbatível no jogo aéreo.

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Pepe

O cartão de cidadão até pode garantir que tem 38 anos, mas o central parece um jogador acabado de se estrear na alta roda do futebol mundial. Lutou por cada bola como se fosse a última.

Raphael Guerreiro

Desbloqueou o jogo com um remate feliz, depois de 83 minutos em que foi mais um extremo do que um defesa esquerdo. Mas os cruzamentos não lhe saíram tão bem como é costume.

Danilo Pereira

Muito bem nas ações defensivas, foi importante na forma pressionante como Portugal entrou em campo. Porém, os passes, sobretudo os longos, não tiveram a eficácia desejada

William Carvalho

Na teoria, Portugal até jogou com dois pivôs defensivos, mas William foi sempre mais 8 do que 6 em Budapeste. Melhor a variar de flanco do que a criar lances de rotura no ataque.

Bruno Fernandes

Mesmo sem fazer uma exibição brilhante, o médio foi dos mais perigosos. Ofereceu um golo (perdido) a Cristiano Ronaldo e obrigou o guarda-redes rival a defesa do outro mundo.

Diogo Jota

Numa tarde normal, o jogador do Liverpool teria saído de Budapeste como um dos melhores marcadores deste Euro. Falhou três golos cantados e foi demasiado individualista em dois desses lances.

Bernardo Silva

Demasiado preso ao flanco direito, raramente ganhou um duelo individual ao defesa esquerdo da Hungria. Sem surpresa, foi o primeiro jogador a ser substituído.

Cristiano Ronaldo

Já lá vão cinco Europeus sempre a marcar, o recorde de Platini ficou para trás e a mira está bem apontada à marca mundial de Ali Daei. Quem tem um capitão assim só pode sonhar com o título europeu.

Rafa Silva

A primeira cartada lançada pelo selecionador até não entrou bem em campo, mas acabou por ser decisivo. Esteve em todos os golos e sofreu a falta da qual nasceu o penálti convertido por CR7.

Renato Sanches

Pouco mais de dez minutos em campo bastaram para ver o Renato Sanches do Euro 2016. Cheio de força e vontade, liderou o assalto final dos portugueses à baliza húngara.

André Silva

Lançado aos 81 minutos, quando o jogo ainda estava empatado, abriu espaço para que outros brilhassem. Ainda teve tempo para fazer uma boa jogada frente a dois adversários.

João Moutinho

Entrou a um minuto dos 90 quando o encontro já se encontrava decidido a favor de Portugal. Somou a 132.ª internacionalização pela principal seleção nacional.

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