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Cristiano Ronaldo já terá sido notificado no caso da alegada violação a Mayorga

Cristiano Ronaldo já terá sido notificado no caso da alegada violação a Mayorga

Cristiano Ronaldo já terá sido notificado pela justiça norte-americana relativamente ao caso em que é acusado de violação, sendo que o processo pode agora avançar.

A queixa apresentada por Kathryn Mayorga, que acusou Cristiano Ronaldo de violação, foi retirada no mês passado do tribunal estadual do Nevada, mas a 28 de janeiro já tinha dado entrada num tribunal federal do mesmo Estado, segundo documentos judiciais a que o JN teve acesso.

De acordo com o site especializado de entretenimento TMZ, a defesa de Kathryn Mayorga mudou o processo de tribunal porque estava a ter dificuldades em conseguir que o jogador fosse notificado, devido às leis estaduais. E, apenas alguns dias depois de o caso ter dado entrada no US District Court do Nevada, a equipa de advogados da queixosa conseguiu fazer chegar a notificação ao craque português, sendo que o processo pode agora continuar.

Segundo a mesma fonte, a defesa de Cristiano Ronaldo já respondeu ao processo, pedindo autorização ao juiz para anexar um documento de 46 páginas, onde é justificado o pedido de arquivamento.

A ex-professora Kathryn Mayorga, de 35 anos, acusou no ano passado o jogador português de a ter violado, em 2009, num quarto de hotel em Las Vegas, nos Estados Unidos. O futebolista português, de 34 anos, sempre negou as acusações.

Mayorga apresentou queixa, inicialmente, contra o avançado internacional português, a 27 de setembro de 2018, num tribunal do condado de Clark, Las Vegas, no Estado norte-americano do Nevada.

A queixosa alegava ter sido violada pelo jogador da Juventus no quarto de hotel, ao qual terá subido, junto com outras pessoas, para apreciar a vista e a banheira de hidromassagem. A suposta vítima relatou que Cristiano Ronaldo a terá interpelado enquanto trocava de roupa e a terá forçado a sexo anal - no fim, conta, o português ter-se-á desculpado e dito que costuma ser um cavalheiro.

O caso foi divulgado pela revista alemã "Der Spiegel", em 28 de setembro de 2018, na primeira vez que Kathryn Mayorga falou sobre o caso - a história já tinha sido revelada em 2017, em documentos difundidos pela plataforma digital Football Leaks.