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Longe da ribalta, mas fortes no pelotão. Trabalham pelos líderes em prol do coletivo

Longe da ribalta, mas fortes no pelotão. Trabalham pelos líderes em prol do coletivo

Os holofotes raramente estão apontados a estes corredores, mas bem que podiam estar. Longe da ribalta, assumem a corrida sob o risco, muitas vezes, de ficarem para o fim. Trabalham para os outros porque no ciclismo cada um tem o seu lugar. Em prol do coletivo.

Diferente missão, a mesma função: proteger o líder e resguardá-lo durante a dura escalada da Volta a Portugal. Apesar da tática definida dia a dia, consoante o decorrer da prova, no ciclismo uma coisa é certa: cada um tem o seu papel.

"O meu papel é seguir na frente, impondo o ritmo no pelotão o máximo de tempo possível, tentando gerir o tempo das fugas. Claro que é um papel que se vai pagando dia após dia. Basta ver o vento que estava no dia da subida à Torre. Eu sou o primeiro homem a meter o peito ao vento", explica Luís Mendonça ao JN.

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