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Champions: Um encontro de extremos no dinheiro e nos títulos

Champions: Um encontro de extremos no dinheiro e nos títulos

Das oito equipas na Liga dos Campeões, o Chelsea foi a que mais gastou em 2020/21, num investimento dez vezes superior ao dos dragões, mas o palmarés portista é muito mais rico.

Contagem decrescente para a primeira mão dos quartos de final da Champions, com Sevilha a ser o palco de um duelo que demonstra bem as diferenças entre o futebol português e o inglês. O Chelsea apostou forte em 2020/21, num investimento total de 247 milhões de euros, contra os 22,6M€ que os dragões gastaram. Aliás, só em comissões os londrinos pagaram quase o dobro (41M€) do que a SAD azul e branca reservou para reforços, mas no desporto o dinheiro está longe de ditar todas as leis. Mesmo com uma bolsa dez vezes mais pequena, a equipa de Sérgio Conceição tem, esta época, um rendimento superior à de Thomas Tuchel no conjunto de todas as competições.

A diferença é evidente a nível interno. O F. C. Porto é segundo classificado e ainda tem chances de chegar ao título, enquanto o Chelsea é quarto na Premier League, está a nove pontos do segundo e a 23 do líder, o Man. City. A comparação pende ligeiramente a favor dos britânicos quando se olha para a Liga dos Campeões: seis vitórias e dois empates em oito jogos dos "blues" contra os cinco triunfos, uma igualdade e duas derrotas dos dragões. Porém, na soma de todas as provas, o rendimento portista é superior. A equipa de Conceição venceu 66,6% dos jogos disputados (contra 56,8% do Chelsea), empatou 19% (27,2%) e perdeu 14,2% dos duelos (15,9%).

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