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Conselho de Justiça da FPF devolve acórdão do processo Apito Dourado ao Conselho de Disciplina

Conselho de Justiça da FPF devolve acórdão do processo Apito Dourado ao Conselho de Disciplina

O Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol devolveu ao Conselho de Disciplina o acórdão do denominado processo Apito Dourado, relativo ao jogo F. C. Porto-Estrela da Amadora, de 24 de janeiro de 2004.

Segundo o acórdão a que a agência Lusa teve acesso, o CJ "concedeu provimento aos recursos" interpostos pelo presidente do F. C. Porto, Pinto da Costa, e pelos árbitros Jacinto Paixão, José Chilrito e Manuel Quadrado "com fundamento na ilegalidade da utilização de transcrição de escutas telefónicas como meio de prova".

"Os recursos foram tramitados conjuntamente no Conselho de Justiça, tendo sido proferido, em 4 de julho de 2008, um acórdão em nome do Conselho de Justiça que então estava em funções, mas esse acórdão veio a ser declarado inexistente por sentença do Tribunal Administrativo do Circulo de Lisboa, em 24 de janeiro de 2014, que transitou em julgado", refere ainda o mesmo acórdão.

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O Conselho de Justiça (CJ) decidiu "revogar o acórdão recorrido" e "ordenar que o processo baixe ao Conselho de Disciplina (CD) para reapreciação da prova produzida e decidir da sua valoração ou eventual realização de diligências complementares".

O acórdão agora revogado reporta-se a uma decisão do Conselho de Justiça da FPF de 6 de maio de 2008, inserida no denominado processo judicial Apito Dourado, relativa aos factos ocorridos no jogo F. C. Porto-Estrela da Amadora, realizado a 24 de janeiro de 2004.

Pinto da Costa foi condenado a uma pena de 14 meses de suspensão do exercício das funções de dirigente no âmbito das competições desportivas e multado em quatro mil euros, por prática de infração disciplinar muito grave de corrupção.

Jacinto Paixão foi suspenso por quatro anos do exercício das funções de agente de arbitragem, José Chilrito e Manuel Quadrado foram punidos com dois anos e seis meses, todos por terem cometido "infração disciplinar muito grave de corrupção da equipa de arbitragem".

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