Ciclismo

Corrida à prova de covid-19

Corrida à prova de covid-19

Caravana do Grande Prémio Douro Internacional foi sujeita a rigorosas medidas de segurança e mil máscaras foram distribuídas.

Para que o ciclismo possa acontecer nestes tempos de covid-19 é necessária uma conjugação de esforços para que todas as regras de segurança sanitária sejam implementadas e cumpridas. Neste Grande Prémio Douro Internacional essas premissas são consideradas essenciais, e nada foi descurado. Além de todos os ciclistas, elementos das equipas e da organização estarem devidamente testados, as regras de distanciamento, fora da corrida, a distribuição de máscaras e álcool-gel foram também disponibilizados.

"Cumprimos todas as regras da Direção-Geral de Saúde [DGS] e temos, também, o aval dos responsáveis locais. Esta é uma prova segura para quem cá está e para quem assiste, e vamos distribuir mais de mil máscaras pelo público", disse Vítor Cunha, diretor da corrida. Também a contribuir para essa premissa está o médico responsável pela prova, que nestes tempos de covid-19 vê as suas habituais funções acumularem. "São noites mal dormidas, muitas reuniões e planeamento. Mas é também mais desafiante para a nossa equipa médica. Estamos perante a reinvenção do ciclismo", confessou o clínico.

Vasco Costa, que há mais de 10 anos desempenha esta função em diversas corridas, lembrou que "todos os planos implementados são feitos em sintonia com a DGS" e acredita que as medidas "conseguem mitigar os riscos".

Mas para que tudo funcione, as equipas têm, também, de dar o seu contributo. "Estamos há alguns dias a fazer a preparação desta corrida em regime de bolha, temos uma preocupação com a limpeza nos hotéis e com as refeições que são feitas à parte, além dos cuidados com as máscaras e desinfeção", rematou Rúben Pereira, diretor desportivo da Efapel.

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