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Cromos do Mundial: Cristiano Ronaldo

Cromos do Mundial: Cristiano Ronaldo

E se? E se alguém festejar mais de 800 golos na carreira? E se alguém for o primeiro jogador a levantar cinco taças da Liga dos Campeões? E se alguém ganhar cinco Bolas de Ouro, como melhor jogador do mundo?

E se alguém ganhar quatro Botas de Ouro, como melhor marcador europeu? E se alguém for eleito o melhor jogador do campeonato inglês (Manchester United), espanhol (Real Madrid) e italiano (Juventus)? E se alguém marcar golos por Portugal em 12 competições internacionais seguidas? E se alguém bater o recorde dos 47 golos do Pauleta na seleção? E se alguém saltar quase três metros de altura? E se alguém for o trintão mais caro da história, avaliado em mais de 100 milhões de euros? E se alguém ultrapassar as 127 internacionalizações do Figo? E se alguém dá o nome a um aeroporto? E se alguém levantar a taça de campeão europeu por Portugal? E se? Sabes quem é esse alguém?

Claro que sabes: Cristiano Ronaldo, filho de Maria Dolores e José Dinis Aveiro, grande admirador desse ator, mais tarde presidente norte-americano, chamado Ronald Reagan (daí o Ronaldo no nome). Seja hoje, seja daqui a muuuuitos anos, o seu nome andará sempre nas bocas do mundo e estará associado a duas palavras intimamente ligadas: trabalho e sucesso. O resultado é o mais espantoso possível, porque a sua capacidade de nos surpreender é ilimitada. Porque ele é capaz de tudo e mais alguma coisa. Sobretudo depois de um problema no coração, aos 15 anos, resolvido numa operação a laser. A sua vida já deu dois filmes e uma série interminável de livros, todos a explicar como é que um menino nascido num bairro pobre da Madeira conquistou o mundo, fosse como trinca-espinhas nas camadas jovens do Sporting ou agora como touro. Calma, muita calma: Ronaldo é aquário. Como Eusébio, aliás.

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