Argentina

Cromos de Messi vendidos a 300 euros e não chegam para as encomendas

Cromos de Messi vendidos a 300 euros e não chegam para as encomendas

Cromos de Lionel Messi vendidos a 300 euros no mercado negro, a anteceder o que poderá ser o último Mundial do astro do PSG, espoletaram a confusão na Argentina, a que nem o Governo escapa. Colecionadores fazem filas nos quiosques para arranjar o cromo mágico.

É a loucura na Argentina! A procura por cromos do Mundial 2022 disparou e não há "figurinhas" que cheguem para as encomendas.

Segundo o jornal "El País", um cromo de Messi está a vender-se a mais de 300 euros, no mercado negro. A febre estará fora de controlo e o próprio Governo argentino, através da Secretaria do Comércio, já se mostrou disponível para encontrar soluções que travem a escalada de preços. Em vão!

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O jornal espanhol adianta que um quiosque no centro de Buenos Aires vendeu num dia todas as caixas que recebeu. Formaram-se filas à porta do estabelecimento e muitos clientes já nem chegaram a tempo, havendo relatos de incidentes, que foram replicados em outras zonas do país, pelo mesmo motivo.

Vários donos de quiosques criticaram a Panini, empresa que comercializa os cromos, por ter beneficiado outros pontos de venda, como supermercados e bombas de gasolina, entregando-lhes quantidades diferenciadas do produto.

Na base desta inusitada febre poderá estar o facto de este poder vir a ser o último Mundial de ​​​​​​​Lionel Messi. Enquanto o próprio astro do PSG e da seleção das Pampas não define o futuro, os cromos voam. Nas redes sociais, muitos dos que já têm o cromo da "Pulga Atómica" exibem-no com satisfação, causando também inveja a vários colecionadores...

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