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Cromos do Mundial: Caniggia

Cromos do Mundial: Caniggia

O filho do vento. Jogador de velocidade de ponta, goleador de primeira água. Chega à Luz no mesmo verão de Preud"homme, Paulo Bento, Dimas, Edilson, Tavares e Nelo. E dá um ar de sua graça, com um golo na estreia, de penálti, na Madeira, vs. União.

Nessa época 1994-95, Caniggia assina quatro bis vs. Anderlecht, Vitória SC, Marítimo e Tirsense mais um hat-trick (12-0 vs. Marinhense para a Taça de Portugal). Ao todo, 16 golos - mais um que Isaías, menos um que Edilson. É o segundo melhor marcador do Benfica antes de regressar à Argentina, ao Boca Juniors. Pelo meio, é expulso no dérbi vs. Sporting, na Luz, por Jorge Coroado. O caso passa a polémica num abrir e fechar de olhos, até se joga um jogo de repetição e tudo, após o final da época. A FIFA desautoriza a FPF e esse 2-0 no Restelo não conta nem para o totobola.

Quando Caniggia aterra em Lisboa no negócio Parmalat, já é um herói argentino por aquele golo histórico vs. Brasil nos oitavos do Mundial-90. A jogada é toda de Maradona com aquela sensacional ginga de corpo, Caniggia "só" recebe a bola, contorna Taffarel e atira para a baliza deserta. Depois dessa expulsão vs. Sporting, o bom do Claudio passa o inferno.

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