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Dakar: arrancar a fundo com os direitos das mulheres na meta

Dakar: arrancar a fundo com os direitos das mulheres na meta

Maior prova do mundo de todo-o-terreno terá pela primeira vez duas pilotos sauditas em competição. Comitiva portuguesa conta com 21 participantes.

Areia - mais do que alguém possa imaginar -, um total de 8177 quilómetros (4258 deles cronometrados), quase 300 participantes e perigo em dose máxima. A 44.ª edição da maior prova de todo-o-terreno do mundo, que é o mesmo que resumir a frase a "Dakar", arrancou hoje (transmissão no Eurosport) e disputa-se até 14 de janeiro e, desta vez, com uma luta comum: a dos direitos das mulheres.

Pela primeira vez em toda a história, duas mulheres piloto sauditas - na Arábia Saudita até 2018 as mulheres não podiam conduzir nas ruas - vão assumir o volante e acelerar rumo à igualdade de género. Ao JN, Elisabete Jacinto, primeira portuguesa a enfrentar o mítico Paris-Dakar, afirmou que este é um passo dado na direção certa.

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