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Depois da final de Genebra, João Sousa quer manter o nível em Roland Garros

Depois da final de Genebra, João Sousa quer manter o nível em Roland Garros

O tenista português chega "com ritmo competitivo" a Roland Garros, segundo "major" da temporada, após ter disputado, no sábado, a final do torneio de Genebra. No entanto, mostra-se cauteloso, até porque "as condições são diferentes" em Paris.

João Sousa, de 33 anos, protagonizou a maior subida da semana no top 100 da hierarquia ATP, atingido o seu melhor ranking desde 20 de janeiro de 2020, quando figurou no 59.º posto.

O vimaranense, número um nacional e atual 63.º colocado no ranking mundial, perdeu a sua 12.ª final de um torneio ATP para o norueguês Casper Ruud, oitavo classificado na hierarquia, em três sets, por 7-6 (7-3), 4-6 e 7-6 (7-1), e só no domingo chegou à catedral da terra batida, onde fez um pequeno treino de adaptação.

"Obviamente que, depois da final de Genebra e dos encontros que joguei, estou com ritmo competitivo, o que é bom. No entanto, não quer dizer que vá fazer um grandíssimo torneio, como fiz na semana passada. As condições são diferentes e, portanto, vou tentar adaptar-me da melhor maneira para continuar a jogar a esse grande nível, que é o objetivo", afirmou, em declarações à Lusa.

João Sousa só entra em ação em Roland Garros na terça-feira para disputar a primeira ronda do quadro principal e mostra-se um pouco cauteloso, uma vez que também não conhece muito bem o adversário da China-Taipé, Chun-Hsin Tseng (109.º ATP), de 20 anos, oriundo da fase de qualificação.

"Se conseguir jogar a um bom nível, vou fazer naturalmente grandes encontros. Depois, posso vencer ou não. No sábado, fiz um grande encontro e acabei por não vencer. O meu primeiro adversário vem do "qualifying", com ritmo competitivo. Não o conheço muito, mas certamente está motivado para fazer um grande encontro e é isso que espero: um grande encontro", acrescentou.

Em 11 participações no quadro principal do torneio francês do Grand Slam, João Sousa, de 33 anos, atingiu em apenas quatro ocasiões a segunda jornada, sendo que nos últimos quatro anos foi eliminado na estreia.

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Além do quadro de singulares masculino, João Sousa vai ainda juntar-se ao georgiano Nikoloz Basilashvili para discutir com o sérvio Miomir Kecmanovic e o norte-americano Nicholas Moroe a passagem à segunda ronda da competição de pares, que contará também com a participação do português Francisco Cabral ao lado do dinamarquês Holger Rune, no confronto com os franceses Richard Gasquet e Jo-Wilfried Tsonga.

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