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Direção da Juventus demite-se em bloco após acusações de fraude fiscal

Direção da Juventus demite-se em bloco após acusações de fraude fiscal

A direção da Juventus demitiu-se em bloco, esta segunda-feira, na sequência das denúncias de suspeitas de fraude fiscal. Casos em investigação são referentes a 2020 e clube vai a eleições.

Depois das acusações por fraude fiscal, a direção da Juventus decidiu tomar uma posição que inclui o presidente Andrea Agnelli e o vice-presidente Pavel Nedved e demitir-se em bloco na noite desta segunda-feira. A decisão surge na sequência da investigação das autoridades italianas por fraude fiscal nas contas do clube de Turim, na sequência de denúncias sobre passes inflacionados de jogadores e irregularidades salariais em relação às contas do clube em 2020.

De acordo com as autoridades, a Juventus terá cometido fraude ao adiar pagamentos a alguns jogadores que não foram, por isso, incluídos no exercício fiscal desse ano. Mas, em comunicado, o clube de Turim já se defendeu e garantiu que agiu "de acordo com a lei e regulamentos que regem a preparação de relatórios financeiros, de acordo com os princípios contabilísticos e de acordo com a prática internacional da indústria do futebol".

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Nos próximos meses a Juventus deverá, assim, ir a eleições para eleger o sucessor de Andrea Agnelli, que estava à frente do emblema desde 2010.

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