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Canoagem vive Dias históricos rumo a Paris 2024

Canoagem vive Dias históricos rumo a Paris 2024

Modalidade atravessa grande momento e nunca teve tantos praticantes. Presidente da Federação quer apoios

A canoagem fechou com chave de ouro o ciclo olímpico 2016-2021, ao conseguir cinco medalhas nos Mundiais realizados na semana passada em Copenhaga, que se juntam às duas conquistadas por Fernando Pimenta e Norberto Mourão nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio. Num ano em que a modalidade viu subir o número de praticantes para números inéditos (os atletas federados são, pela primeira vez, mais de 3000, mesmo com a pandemia), os resultados acompanham um crescimento sustentado, tornando-se uma referência em Portugal. A nível olímpico, só mesmo o atletismo consegue igualar a canoagem desde 2012.

"É um orgulho para mim poder comparar a nossa modalidade com o atletismo. Qual é o segredo? Penso que temos a melhor geração de sempre a chegar ao auge e é com eles que queremos continuar a lutar por posições de pódio nos Jogos de Paris 2024", diz, ao JN, Vítor Félix, presidente da Federação de Canoagem, ciente de que atletas como Pimenta, Emanuel Silva, Teresa Portela ou João Ribeiro serão "quase impossíveis de substituir" na geração seguinte: "Acontecerá o mesmo na seleção de futebol quando Cristiano Ronaldo deixar de jogar. A fasquia está muito elevada".

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