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"Se eu for candidato, admito que o Paços tenha outro tipo de gestão"

"Se eu for candidato, admito que o Paços tenha outro tipo de gestão"

Na presidência do Paços de Ferreira desde 2014, Paulo Meneses ainda não esqueceu a descida do ano passado - "fez-me sofrer muito". Revela que, "completamente esgotado", tirou umas férias sabáticas depois de preparar esta temporada e que o regresso à Liga só "foi reparar" o desfecho da anterior. Com eleições à porta, a 9 de maio, ainda faltam limar arestas para ser candidato.

Entre os melhores momentos à frente do clube, em que lugar fica esta subida?
Em primeiro. Obviamente que o melhor que aconteceu foi nunca ter descido de divisão [até à época passada]. No primeiro ano, ficámos no oitavo lugar e essa foi a melhor classificação, mas o momento mais saboroso foi este, depois de toda aquela frustração.

A felicidade desta subida supera a tristeza da descida?
A felicidade desta subida só ameniza o sofrimento da descida. Não tem comparação. Aquilo que se fez foi reparar. A descida fez-me sofrer muito mais.