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Ovarense forma e ensina talentos a saber ganhar

Ovarense forma e ensina talentos a saber ganhar

Basquetebol conta com um projeto que procura aliar a projeção de valores ao forte espírito de conquista.

Na Arena de Ovar, o frenesim é grande e chega a contagiar. Entre corridas, dribles, passes e lançamentos, os mais novos dão o seu melhor, com o objetivo de colocar a bola no cesto. Do lado de fora, Mário Leite, atual treinador dos sub-18 vareiros, não esconde um sorriso ao olhar em redor do pavilhão. Lenda viva do basquetebol nacional, o antigo base, hoje com 56 anos, passou toda a carreira na Ovarense, clube do qual não se consegue desligar. Viu a modalidade florescer na cidade, numa altura em que "havia cinco bolas para 50 miúdos e apenas um pavilhão". Estávamos nos finais da década de 1980. Aqueles eram os primeiros passos do projeto de formação de um clube que se tornaria num símbolo do basquetebol português. Hoje, conta com três pavilhões próprios, sendo que tem de recorrer a outros dois para conseguir dar resposta ao crescimento do número de atletas que se tem registado nos últimos tempos.

"Já ultrapassámos os 220", salienta o coordenador, Rui Santos, que lembra que "a Ovarense chegou a ter quase 400 atletas", sendo "um objetivo voltar a ter esse número". Captações nas escolas, com craques da equipa principal presentes, e atividades que levam os atletas a convidar os amigos para experimentarem a modalidade fazem parte de um plano ambicioso, que visa "trazer de novo, a Ovar e à Ovarense, o protagonismo que sempre teve no basquetebol ao longo das décadas e reforçar a importância da formação a nível nacional", aponta o coordenador.

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