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Uma paixão com alma bem renovada

Uma paixão com alma bem renovada

Hóquei Clube da Maia atrai cada vez mais jovens. Falta de espaço para treinar é um problema.

As paredes do Pavilhão Municipal Nortecoope contam histórias. Aqui, neste rinque criado para a prática do hóquei em patins, várias gerações honraram as cores do Centro Desportivo Nortecoope de stique na mão. E foi desta paixão que o tempo não desvaneceu que surgiu o Hóquei Clube da Maia. Carlos Pereira, Daniel Miranda e Paula Castro são os impulsionadores de um projeto que tem atraído cada vez mais jovens para a modalidade. "Começámos por levar a patinagem às escolas. A aceitação foi tão grande, que decidimos pensar mais além. A Câmara aceitou o nosso projeto e avançámos com confiança", começou por dizer Carlos Pereira, coordenador da formação do clube, e ex-atleta do extinto CD Nortecoope.

Agradecer à comunidade
Do sonho à realidade, o caminho foi curto. Em 2014, a cidade da Maia voltou a contar com um clube de hóquei em patins. Seguiu-se uma ascensão degrau a degrau que continua a evoluir de forma positiva. "Tem sido um processo trabalhoso e complicado. Tudo isto só é possível graças a uma comunidade que adora este desporto e decidiu contribuir de forma totalmente voluntária", começou por dizer Daniel Miranda, presidente do Hóquei Clube da Maia.