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F. C. Porto - Braga: rivalidade, um pacto e muitas provas de amor

F. C. Porto - Braga: rivalidade, um pacto e muitas provas de amor

Cunhados Miguel Rodrigues e António Lamelas são adeptos do Braga e F. C. Porto, respetivamente. Provocações estão proibidas durante 24 horas

António Lamelas e Miguel Rodrigues são cunhados e adeptos ferrenhos do F. C. Porto e Braga, respetivamente. Um pacto entre ambos ditou que as provocações após os jogos demorem 24 horas a chegar mas o amor pelos clubes não tira pausas. Vem quase desde o berço e já trouxe várias histórias para contar, com algumas loucuras à mistura.

"O primeiro jogo que vi do F. C. Porto foi diante do Covilhã, em 1985. O estádio estava repleto de gente. Tinha cinco anos. Lembro-me que aos domingos era sempre obrigado a ir à missa mas, depois, ia a correr para o estádio ver os jogos", recorda Lamelas, ao JN. A paixão pelo clube nasceu muito graças ao pai e pelo facto de ter vivido perto das Antas, sendo nos últimos anos partilhada através do podcast "O pé que João Pinto tinha mais à mão", que já conta com mais de 200 episódios. As loucuras pelo F. C. Porto, essas, foram várias. A maior de todas foi mesmo dormir duas noites à porta do Dragão para conseguir bilhetes. "Na final de Viena, lembro-me de estarmos a perder, 1-0, e estar a rezar em frente à televisão com o equipamento vestido. Os dois minutos que ditaram a reviravolta já os vi, à vontade, umas 150 vezes. Depois não fui à final de Sevilha mas estive na final da Liga dos Campeões, em Gelsenkirchen. Dormi duas noites à porta do Dragão para conseguir bilhetes. Mas valeu a pena", acrescenta.

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