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Boavista - Rio Ave

Duelo frenético até à ponta final

Duelo frenético até à ponta final

Seis golos num jogo de emoções fortes e que culminou num empate graças a Fábio Coentrão nas compensações

Duelo recheado de emoção, golos e polémica, entre Boavista e Rio Ave, que culminou num empate gordo (3-3) que só foi selado pelos vila-condenses no último suspiro do desafio - Fábio Coentrão marca aos 90+3 minutos -, quebrando, por uma terceira vez, a vantagem dos axadrezados.

Os dois conjuntos fizeram cedo pela vida, e num quarto de hora inicial frenético, Yusupha colocou o Boavista duas vezes na frente do marcador, com o Rio Ave, mal defensivamente, a responder, pelo meio, com um golo de Gelson Dala.
A turma da foz do Ave entrou melhor no segundo tempo e, já depois de ter desperdiçado uma grande penalidade, por intermédio de Pelé, num lance que resultou na expulsão de Hamache, aos 56 m, resgatou, pouco depois, o empate, por Carlos Mané.

Com menos um elemento em campo, o Boavista não esmoreceu e beneficiando de um autogolo do recém-entrado Ronan, voltou para a frente do marcador. Mas, quando tinha o triunfo na mão, deixou Fábio Coentrão escapar-se, permitindo ao vila-condense assinar o 3-3 final. Nas celebrações do golo, Miguel Cardoso ergueu os dois dedos do meio das mãos na direção do banco axadrezado e trouxe ainda mais polémica a um jogo quente.

Veja o resumo do jogo:

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