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F.C. Porto vence Nacional

F.C. Porto vence Nacional

Quatro golos sem resposta fizeram a vitória de ontem, sábado, do F.C. Porto frente ao Nacional, na Madeira, em jogo da 17ª jornada da Liga Sagres. Falcao e Varela, com dois golos cada um, foram os homens do jogo.

Ambos os emblemas apresentavam muitas ausências.

Os madeirenses, ainda sem os reforços Oldoni e Todorovic, a aguardarem inscrição na Liga, não puderam ainda contar com Mateus, lesionado, e Halliche a representar a Argélia na Taça das Nações Africana, enquanto o FC Porto veio à Madeira sem os castigados Raúl Meireles e Bruno Alves, enquanto Hulk e Sapunaru continuam suspensos.

O jogo encerrava duas curiosidades: o comportamento do recente reforço do FC Porto, o madeirense contratado ao Nacional Rúben Micael e o facto de a última derrota da equipa "alvi negra", no seu estádio, para a Liga portuguesa, ter ocorrido há mais de um ano, a 04 de janeiro, precisamente frente aos atuais campeões nacionais.

O jogo começou com os "dragões" a controlarem mais a bola, mas o primeiro remate e consequente lance de perigo foi da turma de Manuel Machado, quando, aos seis minutos, Nuno Pinto foi à linha, pela esquerda, e cruzou para a pequena área, onde surgiu Edgar Silva a cabecear ao lado, com Helton fora da jogada.

Aos 19 minutos, Jesualdo Ferreira sofreu a primeira contrariedade da partida, com a saída, por lesão, do uruguaio Cristian Rodriguez.

Dez minutos mais tarde, Carlos Xistra apontou uma muito discutível falta de Alex Bruno sobre Varela, na área madeirense. Um lance em que o avançado "azul e branco" parecer ter feito uma falta anterior, ao tentar uma "bicicleta" com o adversário por perto, o que seria jogo perigoso.

Xistra assim não entendeu e expulsou Alex Bruno, por duplo amarelo, oferecendo a bola a Varela, que, da marca da grande penalidade, não perdoou. Uma estreia infeliz de Alex Bruno, um dos reforços dos madeirenses no "mercado".

A dominarem por completo a partida, mercê da superioridade numérica, e após Belluschi ter desperdiçado uma boa oportunidade, os nortenhos chegaram ao segundo golo através de uma cabeçada de Falcão, após cruzamento da esquerda de Álvaro Pereira, aos 44 minutos.

A segunda parte, foi menos competitiva, com o Porto a controlar com naturalidade as operações.

Ainda assim, coube aos insulares a primeira boa oportunidade de golo, quando, aos 55 minutos, o central Felipe Lopes foi à área adversária cabecear com perigo rente ao poste esquerdo da baliza de Helton.

O letal Falcão respondeu, sete minutos depois, desviando com o pé para golo uma nova assistência de Álvaro Pereira, da esquerda do ataque "azul e branco".

O quarto e último golo dos portistas surgiu, aos 85 minutos, quando Rúben Micael isolou Varela, com este a ultrapassar Bracalli e a rematar para o fundo da baliza deserta.

Num jogo que prometia muita emoção e competitividade, os três mil adeptos apenas assistiram a cerca de meia hora de verdadeiro jogo.

Além do resultado, os antigos companheiros de Rúben Micael não gostaram muito da forma efusiva com que este comemorou cada golo da sua nova equipa.

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