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Fernando Gomes: "Comportamento dos portugueses possibilitou opção da UEFA"

Fernando Gomes: "Comportamento dos portugueses possibilitou opção da UEFA"

O presidente da Federação Portuguesa de Futebol considerou que a realização da final a 8 da Champions em Lisboa é um "acontecimento de valor extraordinário" para Portugal.

O líder federativo lembrou que os quartos de final, meias-finais e final da Liga dos Campeões, que se vão disputar na capital portuguesa entre 12 e 23 de agosto, serão "vistos por milhões de pessoas, contribuindo para sublinhar e reforçar a imagem positiva que Portugal deu ao Mundo durante um período que tem sido particularmente difícil e exigente para todos".

Em declarações ao site da FPF, Fernando Gomes não deixou de realçar que a atitude responsável da população portuguesa em tempos de pandemia foi essencial para este desfecho.

"Em grande parte, digo-o com orgulho, receber estes jogos da Champions só é possível pelo comportamento que os portugueses têm tido - e precisam de continuar a ter - no combate sem tréguas à pandemia covid-19. Mais do que confiar na FPF, a UEFA demonstrou que confia nos portugueses. No Governo, na federação, nos clubes, nas pessoas. De facto, ao longo das últimas semanas, as pessoas do futebol têm trabalhado em enorme proximidade com as autoridades de saúde. Isso deu-nos o conhecimento e a capacidade para lidar com a organização de jogos neste tempo especial que vivemos", referiu.

"Portugal dispõe de boas infraestruturas, uma experiência acumulada na organização de grandes eventos internacionais e capacidade de construir equipas de trabalho de excelência. O apoio dos clubes portugueses, que registo e agradeço, na cedência dos seus estádios e centros de estágios, além da disponibilidade de colaborar a todos os níveis da organização, foi essencial e viabilizou a opção pelo nosso País", acrescentou o dirigente.

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A terminar, Fernando Gomes guardou uma palavra de agradecimento pela "confiança depositada na FPF pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e pelo primeiro-ministro, António Costa".

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