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Fernando Gomes e Paulo Fonseca unidos no apoio à Ucrânia

Fernando Gomes e Paulo Fonseca unidos no apoio à Ucrânia

O presidente da FPF e o treinador português almoçaram, esta segunda-feira, no âmbito da iniciativa da FPF de ajuda à Ucrânia "Cada Clube, uma família".

O organismo que tutela o futebol português criou este projeto para estimular e agregar propostas de acolhimento e emprego para famílias ucranianas, com a ajuda dos clubes de futebol nacionais. O líder Fernando Gomes almoçou com o treinador Paulo Fonseca e a mulher Katerina e, depois de uma visita às instalações da Cidade do Futebol, a mulher do técnico, natural da Ucrânia, agradeceu a oportunidade criada pela FPF:

"Até agora, 1,7 milhões de ucranianos deixaram o seu país e eu estou muito agradecida pelo facto da FPF estar a ajudar a dar um futuro melhor as mulheres e crianças ucranianas que chegam a Portugal. Acredito que esta guerra cruel vai acabar o mais rápido possível mas até lá e até que todos possam voltar, acredito que todos os clubes portugueses vão ajudar estas pessoas e famílias a ter uma vida o mais normal possível. Vão ajudá-las a adaptar-se", afirmou, com Paulo Fonseca a também deixar elogios.

"Gostaria de dizer que continuo muito orgulhoso de fazer parte desta família do futebol. Agora ainda mais pela ajuda fabulosa que está a dar à Ucrânia. Estou, em particular, muito agradecido à FPF pela ajuda que está a tentar proporcionar às famílias ucranianas. Estou certo que esta iniciativa vai ser muito importante no acolhimento dos refugiados que virão para Portugal. Os nossos clubes vão ajudar a integrar melhor as famílias e também ajudá-las a esquecer o sofrimento porque ainda estão a passar", referiu.

Fernando Gomes explicou o objetivo do projeto: "Num período extremamente difícil, com uma guerra horrível a decorrer, queremos, acima de tudo, lançar um movimento global do futebol para ajudar a integrar os ucranianos que venham para Portugal. Queremos que cada clube acolha uma família e também queremos garantir que os miúdos e miúdas que já praticavam futebol na Ucrânia continuem a jogar aqui. Sempre afirmámos que somos mais do que uma federação e sempre faremos tudo para ajudar as pessoas que mais necessitam de nós. Fizemos o mesmo depois dos incêndios e, mais recentemente, em relação à covid-19 e outros projetos de responsabilidade social. Queremos amenizar o impacto da guerra na vida destas pessoas", concluiu.

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