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Fernando Santos: "O futebol deve ter público"

Fernando Santos: "O futebol deve ter público"

Fernando Santos, selecionador nacional, mostrou-se esta quinta-feira, defensor do regresso do público aos estádios, respeitando sempre as regras de segurança impostas pelo atual contexto de pandemia. Rúben Semedo, William, Rafa e Podence são as novidades na convocatória para os jogos com Espanha, França e Suécia.

"O futebol sem público, joga-se na mesma. Mas é sempre diferente. Respeitando o que é mais importante, como a saúde publica e todas as regras acho que o futebol deve ter público. Mas sempre desde que se cumpram as regras e as pessoas estejam confortáveis. Estou de acordo com o regresso do público", sublinhou o selecionador durante a conferência da convocatória para os próximos compromissos da equipa das quinas que já terão a presença de adeptos nas bancadas. Cerca de 5% da lotação no embate particular diante da Espanha, dia 7, em Alvalade e o dobro da percentagem uma semana mais tarde com a Suécia, no mesmo palco, e inserido na Liga das Nações.

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O treinador escolheu 26 elementos para o ciclo de três confrontos que ainda admite um regresso ao "Stade de France", palco do embate da conquista do Euro 2016. O adversário, dia 11, será novamente a França, no primeiro dos duelos da Liga das Nações.

Rúben Semedo (Olympiakos), William Carvalho ( Bétis), Rafa (Benfica) e Podence (Wolverhampton) são as novidades de um grupo que perdeu Domingos Duarte (Granada), André Gomes (Everton) e Gonçalo Guedes (Valencia) por opção em relação última convocatória dos duelos com a Croácia e Suécia.

Apesar de o jogo com a Espanha não integrar nenhuma prova oficial, Fernando Santos rejeita utilizar o embate para qualquer hipotético teste com atletas menos rodados

"O jogo com a Espanha é também muito importante. E aqui não há experiências. Jogará quem eu entender, sabendo que dentro de quatro dias há outro encontro com a França", sublinhou o técnico que ainda reagiu aos elogios de Jurgen Klopp, treinador do Liverpool, a Diogo Jota e à nova geração de jogadores portugueses. " É um treinador de eleição. O que disse não foi mais do que refletir sobre o que foi feito em Portugal", sublinhou.

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