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Festa azul e branca em território inimigo

Festa azul e branca em território inimigo

Vivem em Lisboa e são do F. C. Porto. D. Januário Torgal Ferreira e Paulo Teixeira Pinto não fazem finca-pé quanto a ganhar na Luz, mas Pedro Marques Lopes fala em "gozo especial". Kalú promete ir celebrar para a Avenida da República. A festa está próxima...

"Um acontecimento de cidadania", com resultado favorável ao F. C. Porto, é o que espera do clássico D. Januário Torgal Ferreira. As últimas décadas têm sido de júbilo portista, por isso o bispo não faz alarde da iminente conquista, possível de acontecer na Luz. "A mim, tanto me vale. Preferia, até, que fosse em família, no Dragão", adianta, justificando que confirmar o título em casa do Benfica não lhe dará gozo especial. "Tem a ver com a minha forma de estar", explica, sem deixar de enfatizar a justiça deste campeonato. "É consensual que o F. C. Porto foi melhor. O Benfica fez jogos magníficos, mas também começou a usar muito a língua, nomeadamente o seu treinador [Jorge Jesus]. Houve um bocado de soberba", fundamentou, destacando o papel de Villas-Boas. "Não foi uma surpresa. Já tinha boas referências. Inclusive, conheci a sua avó. Pinto da Costa fez uma boa escolha", sublinha.

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