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Festival do Sudoeste também vibrou com a Supertaça

Festival do Sudoeste também vibrou com a Supertaça

No Festival do Sudoeste, na Zambujeira do Mar, a final da Supertaça Cândido Oliveira fez com que milhares de sportinguistas e benfiquistas trocassem, por 90 minutos, a música pelo futebol.

Durante a tarde, eram muitos os festivaleiros que envergavam a camisola do seu clube pelo recinto, antecipando a transmissão do jogo no palco Moche Room. Quando faltavam 15 minutos para o início da partida, a multidão virou costas ao palco nobre do Sudoeste e rumou no sentido da pequena tenda onde seria transmitido o dérbi.

Pedro Ricardo, de 22 anos, foi de Lisboa ao Sudoeste e, quando chegou, a 1 de agosto, descobriu que se esquecera da camisola e do cachecol do seu clube. Benfiquista convicto, pediu à empresa de distribuição para a qual trabalha que lhe fizesse chegar o "kit" à Herdade da Casa Branca: "Eu cheguei no dia 1 e o equipamento veio no dia 5".

No final da primeira parte, Pedro via-se obrigado a confessar que o Sporting estava a jogar melhor, mas sem perder a esperança de uma reviravolta nos 45 minutos seguintes. "Nota-se que o Rui Vitória ainda está a limar algumas arestas", concluiu.

Na tenda, uns ficam sentados, outros de pé, todos a torcer pelo seu clube num espírito de respeito e harmonia, apenas ameaçado quando o golo de Teo Gutierrez foi anulado. "O ambiente ficou um bocado tenso quando anularam o golo do Sporting", explica o benfiquista Miguel De Broijn, de 19 anos. Já sabia que o jogo ia ser transmitido no festival, mas, se não fosse, contava manter-se atualizado através da Internet.

Adepto dos leões, Nuno Matos, de 27 anos, estava satisfeito com o seu Sporting "mais maduro" e esperava boas notícias na segunda parte.

Se as cores do Benfica pareciam estar em maioria no recinto, a verdade é que, no final da primeira parte, todos eram unânimes: o Sporting tinha sido a equipa mais forte até ao momento.

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