F. C. Porto

Francisco J. Marques: hipótese de recurso de eventual castigo a Díaz em aberto

Francisco J. Marques: hipótese de recurso de eventual castigo a Díaz em aberto

Numa intervenção no Porto Canal, o diretor de comunicação dos dragões revelou que o F. C. Porto vai esperar pela decisão do Conselho de Disciplina, para avaliar eventual recurso do castigo, pedindo a despenalização, derivado da polémica expulsão de Luis Díaz frente ao Braga.

O F. C. Porto não cala a revolta. Francisco J. Marques, diretor de comunicação do emblema portista, adiantou, nesta quinta-feira, que os responsáveis azuis e brancos vão aguardar pela divulgação do mapa de castigos do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, para depois ponderar eventual recurso, em relação à situação de Luis Díaz.

"Vamos acreditar que não seja castigado, mas só decidiremos se vamos recorrer ou não, depois de o Conselho de Disciplina vir as imagens e se pronunciar", realçou Francisco J. Marques.

Numa emissão especial do programa "Universo Porto", no Porto Canal, Francisco J. Marques criticou o árbitro Luís Godinho e a atuação do VAR Hugo Miguel, no jogo de quarta-feira, em Braga (1-1), da primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal de futebol, que ficou marcado pela expulsão de Luis Díaz, num lance em que chocou involuntariamente com David Carmo, jogador do Braga que acabou por sofrer uma lesão grave.

Depois de apontar vários erros de arbitragem, o diretor de comunicação portista fez as contas e concluiu: "Desde 15 de janeiro, no F. C. Porto-Benfica, até ontem, o F. C. Porto teve jogos com decisões terríveis. Neste mês, retiram-nos seis pontos. Os empates com Benfica, Belenenses SAD e Braga seriam vitórias", salientou Francisco J. Marques.

O diretor portista revelou ainda que quatro a cinco dezenas de jovens adeptos do clube foram receber a equipa, no regresso de Braga, mas a tentativa de apoio foi boicotada pela intervenção da Polícia. "Sabemos que estamos em confinamento. Os adeptos foram atacados pela Polícia, com disparos e balas de borracha. Apareceram oito carros, com dez polícias em cada um e toda a gente fugiu. Isto só acontece quando são adeptos do F. C. Porto", realçou, pedindo "calma e serenidade" a todos.

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