Pandemia

Futebol continua sem adeptos até ao início da próxima época

Futebol continua sem adeptos até ao início da próxima época

O primeiro-ministro António Costa confirmou esta tarde de quinta-feira que os adeptos vão continuar longe dos estádios de futebol até ao início da próxima época.

"Antes da próxima época, seguramente, que não haverá adeptos nos estádios. É uma questão que está resolvida e clara", esclareceu António Costa, sem deixar margem para dúvidas, durante a conferência de Imprensa para anunciar as medidas da terceira fase de desconfinamento que se iniciam na segunda-feira.

Já sobre a retoma das modalidades de médio risco, confirmou que estas podem voltar a ser praticadas, "assim como a atividade física ao ar livre de até seis pessoas".

No lote de médio risco estão incluídas as principais modalidades coletivas, casos do andebol, basquetebol, futebol, futsal, hóquei em patins e voleibol, cujas divisões profissionais prosseguiram durante o segundo confinamento geral, em vigor desde 15 de janeiro.

Corfebol, futebol de praia, hóquei em campo e hóquei em linha, polo aquático, aquatlon, hóquei subaquático e râguebi subaquático também regressarão ao ativo, assim como o râguebi em cadeira de rodas, que completará o leque de desportos para pessoas com deficiência.

Além das modalidades de médio risco, o Governo expande a atividade física ao ar livre até grupos de seis pessoas.

Também os treinos do desporto de formação, nesta gradação de risco, poderão voltar, na sequência do que já tinha confirmado, ainda em março, o secretário de Estado do Desporto e da Juventude, João Paulo Rebelo, cuja retoma da competição está prevista para a quarta fase de desconfinamento, a partir de 3 de Maio.

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Para a frente, ficarão as modalidades de alto risco, avançando, se houver uma evolução pandémica favorável, de segunda-feira a duas semanas.

Segundo determinação da Direção-Geral da Saúde (DGS), o regresso às atividades desportivas nestes escalões tem imposição obrigatória de um teste à covid-19 antes da retoma, definindo ainda as categorias de risco, pelo tipo de modalidade ou pela situação epidemiológica a nível regional e local.

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