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Supertaça

Golaços e jogo empolgante a celebrar uma nova era

Golaços e jogo empolgante a celebrar uma nova era

Leões dão a volta ao marcador e conquistam a nona Supertaça. Pedro Gonçalves assina o tento da noite, de trivela

Excelente jogo de futebol, na atribuição da Supertaça, o primeiro troféu da temporada, a ajudar a celebrar o regresso do público às bancadas, no âmbito do processo de reabertura do país. Intensidade, golos espetaculares, alternância no marcador e no domínio do encontro, com as duas equipas a apresentar pouquíssimas novidades nas escolhas e a exibirem muitas das virtudes que caracterizaram o respetivo percurso na época passada.

O Sporting venceu a Supertaça de forma totalmente merecida, face a um Braga que prometeu muito, marcou primeiro, mas não aguentou a reação leonina e chegou ao intervalo já a perder.

O triunfo acabou por ficar definido ainda no primeiro tempo, fruto de uma cambalhota no marcador, concretizada por Jovane Cabral e Pedro Gonçalves, na resposta ao bom golo inaugural de Fransérgio. O brasileiro deu expressão à melhor entrada dos minhotos, ultrapassando Gonçalo Inácio e batendo Adán num remate de belo efeito, após bom passe de Ricardo Horta.

Seguiu-se uma reação notável do Sporting. Futebol em profundidade, a deixar em embaraço a defesa bracarense. Foi assim no 1-1, com excelente abertura de Nuno Mendes, Jovane Cabral deixou para trás Fabiano e Paulo Oliveira e bateu Matheus. Perto do intervalo, o momento da noite. Passe de Matheus Nunes, com Pedro Gonçalves a assinar um golo soberbo, recebendo de pé direito e com a bola a saltar, a rematar de trivela, sem hipóteses para Matheus.

Pelo meio, Pedro Gonçalves ainda obrigou Matheus à defesa do jogo, mas fulcral na decisão troféu foi acima de tudo a reviravolta anímica exibida pela equipa leonina no desenrolar da partida, a contrastar com uma entrada tímida da equipa, obrigada a puxar dos galões, face à melhor entrada arsenalista e ao golo natural surgido.

Depois, em desvantagem, o Braga voltou a pegar no jogo no segundo tempo, mas sem o mesmo perfume da etapa inicial. O Sporting, concentrado na defesa da vantagem, não permitiu grandes chances ao opositor e até falhou, mais do que uma vez, o terceiro golo, com destaque para uma oportunidade perdida por Pedro Gonçalves (81) que, com a baliza aberta, atirou ao lado.

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Carlos Carvalhal tentou tudo, meteu a dupla espanhola na frente e os miúdos Roger e Vítor Oliveira, mas o chuveirinho final não incomodou Adán e o Sporting acabou por arrecadar a nona Supertaça, enquanto o Braga se mantém em jejum nesta prova.

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