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Governo português desfavorável à Superliga europeia

Governo português desfavorável à Superliga europeia

O Governo português assumiu-se, esta segunda-feira, desfavorável à criação da Superliga europeia, corroborando as posições das autoridades nacionais e europeias, por defender uma pequena parte em vez do bem comum.

Em resposta à agência Lusa, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse que "partilha a visão das autoridades nacionais e europeias de futebol, não sendo favorável à criação de uma competição desportiva a nível europeu que não privilegia a inclusão, a solidariedade e o mérito desportivo, colocando os interesses de uma pequena parte à frente do bem comum".

"Este é um desporto com milhões e milhões de adeptos em todo o continente e com uma importante função social, que deve ser preservada", rematou o governante, que tutela o desporto.

A UEFA anunciou que vai excluir todos os clubes que integrem a Superliga, assegurando contar com o apoio das federações de Inglaterra, Espanha e Itália, bem como das ligas de futebol destes três países.

Entretanto, o organismo que rege o futebol europeu anunciou o alargamento da Liga dos Campeões de 32 para 36 clubes, a partir de 2024/25, numa liga única, com cinco jogos em casa e outros tantos fora.

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