Braga

Grupo de polícias exibe tarja na meia-final da Taça da Liga

Grupo de polícias exibe tarja na meia-final da Taça da Liga

Um grupo de polícias exibiu esta terça-feira uma tarja a exigir respeito pela classe, durante a primeira meia-final da Taça da Liga de futebol, entre o S. C. Braga e o Sporting, em Braga.

"Polícias exigem respeito", podia ler-se na tarja que foi mostrada aos 21 minutos do encontro em Braga, por um grupo de polícias colocados na bancada nascente, onde estão os adeptos do Sporting e que está de frente para as câmaras da transmissão televisiva.

Elementos da PSP e da GNR realizaram hoje protestos em simultâneo em Braga, Lisboa e Faro, numa ação convocada pelos sindicatos.

Organizadas por sete sindicatos da PSP e pela Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), as concentrações realizaram-se em frente do estádio de Braga, junto do Ministério das Finanças, em Lisboa, e no jardim Manuel Bivar, em Faro.

Entre as reivindicações estão o pagamento do subsídio de risco, atualização salarial e dos suplementos remuneratórios, criação de legislação relacionada com higiene e saúde, aumento do efetivo e mais e melhor equipamento de proteção pessoal.

As concentrações de hoje vão dar início aos protestos que os elementos da PSP e GNR pretendem organizar mensalmente até que o Governo responda às reivindicações, estando a ser ponderadas a entrega das armas e uma greve de zelo.

O Ministério da Administração Interna (MAI) definiu um calendário específico das matérias objeto de diálogo com os sindicatos e as associações socioprofissionais das forças de segurança, tendo sido já realizado três reuniões.

A primeira reunião sobre o pagamento dos retroativos dos suplementos não pagos em período de férias decorreu sem um acordo, das outras, sobre o plano plurianual de admissões na PSP e da GNR e suplementos remuneratórios, ainda não há resultados.

O ministro Eduardo Cabrita já anunciou o recrutamento de 10 mil elementos para a PSP, GNR e SEF até 2023 no âmbito do plano plurianual da admissão.

Os sindicatos acusam o MAI de falta de abertura em acolher as propostas das estruturas sindicais.

No âmbito das reuniões com o secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna vão decorrer ainda reuniões em 13 de fevereiro sobre a lei de programação das infraestruturas e equipamentos das forças e serviços de segurança e em 05 de março sobre segurança e saúde no trabalho.

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