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Emiliano Sala foi exposto "a elevados níveis de monóxido de carbono"

Emiliano Sala foi exposto "a elevados níveis de monóxido de carbono"

Emiliano Sala, o futebolista que morreu em janeiro num acidente de avião quando estava a caminho de Cardiff, no Reino Unido, foi exposto a "elevados níveis de monóxido de carbono"

De acordo com o relatório da Agência de Investigação de Acidentes Aéreos, que tem como função a prevenção e investigação de acidentes aéreos no Reino Unido, foram encontrados no corpo de Sala elevados níveis de monóxido de carbono. O corpo de piloto David Ibbotson, outra vítima do acidente, não foi encontrado mas é provável que tenha sido exposto à mesma substância, o que pode ajudar a explicar o desastre de 21 de janeiro.

"Os sintomas associados à exposição ao gás passam por tonturas ou sonolência, mas à medida que a exposição aumenta, pode levar à perda de consciência e à morte", explicou o investigador Geraint Herbert.

O avião desapareceu dos radares a 21 de janeiro, pelas 20 horas, quando o futebolista argentino e o piloto David Ibbotson seguiam viagem de Nantes para Cardiff, onde o jogador era esperado no dia seguinte para treinar no novo clube. Sala, de 28 anos, tinha sido contratado pelo Cardiff ao Nantes, por 17 milhões de euros, e preparava-se para representar os galeses na liga inglesa.

O avançado, que iniciou a carreira nos portugueses do FC Crato e representou também o Bordéus, o Orleáns, o Chamois Niortais e o Caen, tinha-se encarregado de marcar o voo, recusando a oferta de transporte oferecida pelo clube galês.