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F. C. Porto volta a criticar arbitragem do Braga-Benfica

F. C. Porto volta a criticar arbitragem do Braga-Benfica

O F. C. Porto voltou, esta segunda-feira, a criticar as decisões da equipa de arbitragem durante o Braga-Benfica, na Pedreira, que os encarnados venceram por 4-1.

Na newsletter "Dragões Diário", os azuis e brancos consideram que a 31.ª jornada foi "uma farsa" e que o Benfica beneficiou de "erros crassos".

"A 31ª jornada da Liga portuguesa foi mais uma farsa e terminou com uma classificação que não espelha a verdade desportiva do que se passou no campo. Depois de o F. C. Porto ter empatado devido a erros próprios mas também com legítimas razões de queixa da arbitragem, ontem o Benfica beneficiou de erros crassos para vencer em Braga", começam por assinalar os azuis e brancos, enumerando os "rostos da farsa" e destacando a grande penalidade assinalada sobre João Félix.

"Uma delas é João Pinheiro, o célebre Mostovoi, que ontem, no papel de videoárbitro, não reparou na grosseira simulação de João Félix que valeu o primeiro penálti ao Benfica - o clube ao qual há alguns anos chegavam as suas reclamações quando as coisas não corriam bem, com Nuno Cabral como intermediário. Também foi João Pinheiro que arbitrou o Feirense-Benfica, dessa vez no campo. Outra figura em destaque é Bruno Esteves, que não serve para ser árbitro mas serve para ser videoárbitro. Foi ele que exerceu essa função na sexta-feira, no jogo de Vila do Conde, e não conseguiu ver nenhum penálti a favor do F. C. Porto. Há uns anos, era apontado como uma das grandes esperanças do clero português", pode ler-se, seguindo-se o nome de Bruno Paixão.

"Por fim, há ainda Bruno Miguel Duarte Paixão, um clássico, que se estreou a influenciar decisivamente um campeonato há quase 20 anos, quando não viu nenhum penálti num Campomaiorense-FC Porto que ninguém esquece. Tem em comum com Bruno Esteves o facto de já só servir para videoárbitro, condição em que participou no Feirense-Benfica. E partilha com João Pinheiro o aparente hábito de se queixar a Nuno Cabral e de essas queixas acabarem nas mãos do então diretor jurídico do Benfica. Perante estes factos, sobram duas perguntas: como é que estas figuras podem continuar a arbitrar? E, sobretudo, como é que podem continuar a participar em jogos do Benfica?", concluiu o F. C. Porto.