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Presidência do Académico de Viseu envolta em polémica

Presidência do Académico de Viseu envolta em polémica

O Académico de Viseu vai a votos a 29 de junho e, pela primeira vez desde a refundação do clube, António Albino vai ter oposição nas urnas, por parte do movimento de sócios "Juntos Pelo Académico".

A duas semanas das eleições para os órgãos sociais do clube, no dia 29, instalou-se a polémica em Viseu. A lista liderada por Toni Carvalho acusa a atual direção de "arrogância e prepotência", bem como o presidente, António Albino, de "má educação". Em causa está a reunião de sexta-feira, entre as duas listas, organizada pela Mesa da Assembleia-Geral, que nem se chegou a realizar.

"Tal reunião não se verificou porque foi interrompida abruptamente, logo no início, de forma grosseira, prepotente e roçando a má educação pelo atual presidente da Direção [António Albino]", pode ler-se no comunicado da lista de Toni Carvalho.

Pedro Ruas, presidente da mesa da Assembleia-Geral, revelou que houve "falta de consenso de um interveniente", de António Albino. "Era meu desejo que as partes conversassem e importante que houvesse estabilidade, mas não existiu vontade de uma delas", explicou Pedro Ruas. Ao JN, António Albino limitou-se a dizer que não iria "prestar qualquer declaração sobre o assunto".

Desde 2007, António Albino tem assumido os destinos do clube viseense, depois de ter sido um dos promotores do processo que permitiu ao Académico de Viseu "renascer" em 2005, após uma decisão judicial que levou à extinção do então Clube Académico de Futebol.