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Já há 400 mulheres a arbitrar em Portugal

Já há 400 mulheres a arbitrar em Portugal

Em seis anos, o plano de expansão do setor encetado pela FPF resultou na duplicação de senhoras a apitar

Se no Mundial 2022 fez-se história, com a nomeação da francesa Stéphanie Frappart, que dirigiu na quinta-feira o Costa Rica-Alemanha, tornando-se a primeira mulher a apitar um encontro do Campeonato do Mundo masculino, em Portugal estão a dar-se passos relevantes, no sentido de uma crescente influência feminina, no setor da arbitragem.


Nesse particular, o trabalho desenvolvido pelo Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), presidido por Fontelas Gomes, tem dado frutos. Nas categorias nacionais, que são quatro, há neste momento cerca de 80 árbitras, distribuídas entre as três categorias de árbitras e uma categoria de assistentes. Se se alargar o leque até aos distritais, o número sobe para cerca de 400 mulheres a arbitrar. Neste momento, Portugal tem quatro internacionais (Sandra Bastos, Sílvia Domingos, Catarina Campos e Teresa Oliveira) e o mesmo número de assistentes (Andreia Sousa, Olga Almeida, Vanessa Gomes e Cátia Tavares).

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