Volta a Itália

João Almeida: "Cada segundo pode fazer a diferença no fim"

João Almeida: "Cada segundo pode fazer a diferença no fim"

João Almeida admitiu que "foi mais um dia duro no escritório", mas mostrou-se contente pelo resultado final [3.º lugar]". Agradeceu o "trabalho fantástico" da equipa e vincou que "cada segundo pode fazer a diferença no fim".

"Foi uma etapa difícil, rápida, com frio e chuva, em que todos mostraram estar em boas condições depois do dia de descanso. Houve um corte e tivemos de ir em perseguição, mas a equipa esteve perfeita, fez um grande trabalho, bem como todo o staff", disse o camisola rosa.

"Consegui ganhar quatro segundos. Não é muito, mas cada segundo pode fazer a diferença no fim", acrescentou João Almeida, que, quanto às ambições de vitória, voltou a ser comedido: "Tudo é possível. Vamos esperar para ver".

O ciclista português admitiu que os casos de covid-19 no pelotão, que levaram ao abandono de duas equipas (Jumbo-Visma e Mitchelton-Scott), "causam alguma preocupação". "Ninguém quer apanhar o novo coronavírus. Por isso, estamos todos um pouco assustados", salientou.

"Esta é uma das últimas corridas da época, toda a gente está em boa forma e todos queremos estar seguros. Espero que mais ninguém apanhe covid-19", atirou, admitindo que "o que faz uma corrida grande é a qualidade dos concorrentes".

João Almeida explicou ainda que espera que "a corrida chegue até Milão", mas considerou a possibilidade de o Giro ser encurtado, mesmo que não o queira.

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"Tudo é uma possibilidade de momento. Ninguém quereria ganhar uma grande Volta assim. Ganha-se é com três semanas nas pernas e a ser o mais forte e o mais rápido", comentou. "Já ouvi o meu nome e acho que estou a ganhar alguns adeptos em Itália", concluiu, quando questionado sobre os fãs que saíram à rua para torcer pelos corredores.

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