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Jorge Simão deixa comando técnico do Paços de Ferreira

Jorge Simão deixa comando técnico do Paços de Ferreira

O treinador Jorge Simão vai deixar o comando técnico do Paços de Ferreira, anunciou, este sábado, o sétimo classificado da I Liga portuguesa de futebol.

"A direção do Futebol Clube de Paços de Ferreira vem, pelo presente, informar que a equipa técnica liderada pelo 'mister' Jorge Simão termina as suas funções no final da presente época desportiva", lê-se no comunicado do clube.

Jorge Simão, de 39 anos, chegou ao emblema pacense no início da época 2015/16, depois de na época passada ter treinado Belenenses e Mafra. Antes, o técnico natural de Pampilhosa da Serra tinha treinado o Atlético.

Numa curta nota, sem explicações para o fim da relação contratual, a direção pacense aproveita para agradecer "todo o profissionalismo, empenho e dedicação" dos elementos que integraram a equipa técnica, a quem apresentou os votos de "muito sucesso na prossecução das suas carreiras desportivas".

Este desfecho vem confirmar notícias que circulavam nos últimos dias na imprensa especializada dando conta de alegados contactos do clube com vários treinadores e, também, eventuais ligações do técnico, de 39 anos, a outros emblemas.

Jorge Simão chegou do Belenenses no início da época para substituir Paulo Fonseca, a quem ganhara o 'sprint' final pela última vaga na Liga Europa em 2014/15, e logo fez saber que o objetivo era melhorar os 47 pontos conseguidos pelo seu antecessor.

O Paços reagiu bem às contrariedades de uma temporada marcada por muitas lesões e cedo garantiu a permanência, sem nunca se afastar do objetivo dos 48 pontos, confirmados a duas jornadas do fim, após quatro vitórias seguidas (a melhor série da época).

Os pacenses estavam a dois jogos de garantir o regresso às competições europeias, mas, à semelhança da época passada, deixaram fugir o sonho na última jornada.

Em contraponto, Simão superou os 47 pontos conseguidos por Paulo Fonseca, melhorando ainda a classificação (de oitavo para sétimo), o número de vitórias (13 contra 12), o número de golos marcados (43 contra 40) e sofridos (42 por oposição aos 45 de 2014/15).